As 2 Forças Motivadoras...

Todos estamos, constantemente:

BUSCANDO PRAZER
e
EVITANDO SOFRIMENTO.

Estas duas forças impulsoras, a busca do prazer e a evitação do sofrimento, fazem com que consigamos acumular novas experiências e realidades e permite responder ao fundamento de sobreviver e ter sucesso. A cada instante, dependendo de uma série de fatores, há um percentual maior de uma dessas forças atuando em cada um de nós, em relação à outra. Cada nova realidade e cada nova experiência são buscadas, mantidas, protegidas ou construídas porque nos ampliam o nível de sobrevivência. Sentimos prazer quanto maior nosso sucesso de acordo com a quantidade e qualidade das nossas novas realidades e novas experiências e, por isso, continuamos evitando aquilo que não nos permita realizar isso.

Então continuamente estamos buscando algo que nos seja útil, em algum aspecto qualquer e descartando aquilo que não seja. Mais uma vez, buscando prazer e evitando sofrimento.

A utilidade das coisas também é algo muito subjetivo, pessoal e individual. Cada um tem seus desejos, necessidades e conceitos e, desse modo, cada um percebe a utilidade conforme sua conveniência. Tudo o que nos for útil, nos é valioso.

Lembre-se daquele vizinho que não quer vender aquele carro velho que está caindo aos pedaços... Para ele, o carro tem valor. Rara seria a pessoa, neste exemplo, que compraria aquele carro que não fosse para desmanchar. Mas esse senhor não o vende, porque o carro lhe traz boas recordações!... Se isso está certo ou errado, se é bom ou ruim, neste caso não importa. O que importa neste exemplo é que o carro tem valor a esse senhor porque lhe é útil! O carro o ajuda a lembrar de uma série de realidades e experiências que ele gostou de ter criado. Na mente desse senhor, o carro aumenta sua percepção do seu real sucesso. Ele até comenta que não saberia o que fazer se perdesse esse carro. A vida nem valeria mais a pena sem esse carro!... Percebe?

Sempre se lembre dessa Lei Máxima:

Algo só tem valor se for útil a alguém...
aos olhos desse alguém!


Esta regra básica pode lhe ajudar muito nos relacionamentos humanos!...
O relacionamento humano é extremamente baseado na comunicação. Claro que um relacionamento não é feito só de comunicação, mas ainda assim, a comunicação é um dos elementos mais importantes.

Fica aqui a dica:

1.
Para os motivados pela busca do prazer, você deve falar com foco no prazer, nas coisas que eles podem ganhar (seja lhe ouvindo, seja fazendo o que você diz). A atenção deles estará nos benefícios do que você diz, então fale de benefícios, vantagens, pontos positivos... Dê maior ênfase, então, no que poderá acontecer de bom se algo for feito! Afinal de contas, se pergunte: ‘‘Pra quê ele vai me ouvir, o que ele ganha com isso?’’ - descubra isso e deixe isso claro... Assim eles lhe ouvirão e seu relacionamento com essas pessoas será mais bacana. As emoções que as pessoas que estejam (momentaneamente ou cronicamente) buscando prazer estão tendo são, normalmente, dirigidas à construção e produção. Eles estão criativos e querendo criar. O desejo e a vontade construtivos estão muito bem presentes. Este é o impulso que faz de uma pessoa capaz uma pessoa hábil. De maneira nenhuma impeça a pessoa de criar e apresentar sua criação. Ela quer criar. Aquele que impede ou não dá atenção a essa pessoa, será ignorado e a pessoa buscará quem lhe dê atenção, ou será massacrado e destruído, pois na busca do prazer a pessoa poderá saltar momentaneamente para uma evitação do sofrimento e se tornará seu inimigo. Com estas pessoas, use verbos e conceitos que deem a ideia de ADIÇÃO. Sua comunicação deve estar focada naquilo que de bom será alcançado.

2.
Já para os movidos pela evitação de sofrimento, relacione-se falando sobre dor e problema. Normalmente reclamações são bem-vindas, desde que não seja com relação a eles e nem a questões de suas responsabilidades. Na evitação de sofrimento as pessoas vão lhe dar ouvidos somente se falar de como eles podem evitar perdas e prejuízos. Então, para isso, fale de perdas e prejuízos que eles possam ter se fizerem o contrário do que você esteja falando. Caso queira que a pessoa faça alguma coisa, dê maior ênfase no que poderá acontecer de ruim se algo não for feito! Esse algo ruim, deve ser ruim para ela, aos olhos dela. As emoções de uma pessoa que esteja na evitação de sofrimento estão, geralmente, dirigidas à destruição ou evitação daquilo que, na sua idéia, provoque sofrimento ou dor. Nem adianta tentar instigar essa pessoa a criar ou inventar alguma coisa para melhorar algo. A ideia dela é eliminar o que for desagradável. Este é o impulso que faz uma pessoa parar ou eliminar as coisas ou conceitos. O único objetivo aqui é a diminuição daquilo que seja desagradável. Para falar com estas pessoas, use verbos e conceitos que deem a ideia de SUBTRAÇÃO. A ideia é diminuir problemas, subtrair sofrimento, acabar com a dor. É por isso que quando uma pessoas está na evitação de sofrimento, adora ouvir a frase ‘‘não precisa...’’, seguida de qualquer coisa que ela pensava que tinha que fazer, mas não queria fazer. Sua comunicação deve estar focada naquilo que de ruim será eliminado ou evitado.


Você pode incrementar muito os seus relacionamentos sabendo qual força mais age em cada pessoa. Com isso, você saberá como falar com ela. Saberá como lidar com ela. Você saberá como tocar o coração dela...

Mas como saber qual força está atuando?
Simples: Pergunte!

É claro que não adianta perguntar diretamente se o outro está buscando prazer ou evitando sofrimento, porque a maioria deles nem sabe ou sequer percebe isso. Aliás, a maioria nem sabe o que isso significa.Faça perguntas que façam com que você seja levado às respostas. Perguntas para verificar qual é o foco da pessoa. A ideia é identificar se a pessoas está buscando algo de bom ou querendo evitar algo de ruim! Lembre-se que isso muda dependendo do assunto e do momento.

É mais simples do que parece!
Basta fazer perguntas que permitam à pessoa falar dos seus próprios sentimentos ou opiniões e, então, avalie-os. São apenas duas alternativas: ou a pessoa está focada no que de bom pode acontecer ou no que de ruim ela não quer que aconteça.

Exemplo:
Se dinheiro não fosse problema, por que você trabalha?
Se a resposta for algo como: “Porque ficar em casa sem fazer nada me aborrece...”, então você encontrou uma pessoa que evita sofrimento.
Se a resposta for algo como: “Porque eu gosto da sensação de produzir e de ser útil...”, então aqui está uma pessoa que busca prazer.

Mais exemplos:

Por que você faz exercícios?
- Busca prazer: ‘‘eu me sinto bem.’’
- Evita sofrimento: ‘‘não quero ficar flácido.’’

O que você busca vindo aqui (cinema, bar etc)?
- Busca prazer: ‘‘me divertir.’’
- Evita sofrimento: ‘‘fugir da realidade.’’

Por que você gosta de viajar?
- Busca prazer: ‘‘para conhecer novos lugares e me divertir.’’
- Evita sofrimento: ‘‘para mudar a rotina e ficar longe do escritório.’’

O que você acha deste projeto (ou empresa)?
- Busca prazer: ‘‘acho que precisa de algumas melhorias para dar certo, mas se isso acontecer será bom para a gente.’’
- Evita sofrimento: ‘‘acho que não funciona e espero que não vá para frente, pois caso contrário teremos problemas futuros.’’


Então, na verdade, não importa se a pessoa está sendo mais influenciada pela força que a faz buscar prazer ou pela força que a faz evitar sofrimento. O que realmente importa é SABER quando ela está sob a influência de qual força para que você possa melhor saber como conversar e lidar com ela.

Prefira motivar de fato.
Fale com a pessoa daquela forma que a faça agir.
No quesito da motivação, nada menos do que isso importa!


Faz sentido?

Entusiasmo ou Motivação?!...


Entusiasmo não é motivação!

Tenho visto muitos líderes tentando motivar sua equipe com eventos chamados motivacionais que não passam de atividade entusiásticas, entusiasmantes e entusiasmadoras que fazem todos entrarem numa vibração, que não dura 5 dias...

Será que isso é útil?
Será que isso presta para alguma coisa?

Claro que sim!
Esse tipo de evento é útil para comemorar o alcance das metas, o final do ano, o crescimento obtido... Mas de maneira nenhuma isso seria útil para motivar.

Entendamos! Entusiasmo não é motivação!

Entusiasmo é uma emoção que arde por dentro num sentido positivo, que nos faz pensar que algo seja possível, que nos faz sentir bem e que nos cria a ideia de que podemos realizar algo.
Isso é muito bacana e agradável.
Mas o entusiasmo somente pode durar se houver uma razão, um propósito, um alimento potencial, um motivo.
Motivação é ter esse motivo!

Motivação é ter um real motivo para uma ação.

Motivo é algo que explica o por quê e o pra quê fazer o que vamos fazer ou estamos fazendo.
Motivo é aquilo que justifica uma atitude.
Motivo é o propósito de ter uma atitude.
Motivo é a razão de ter um objetivo.
Motivo é a resposta!

Motivar é fazer o outro ter um motivo.
O outro pode criar um motivo dele, e somente dele, que justifica suas ações na equipe, ou pode assumir o motivo do líder dessa equipe.
No fundo, isso não importa, desde que o motivo seja relevante para ele.

Motivação não é somente entusiasmar o outro, mas é dar ao outro, ou fazê-lo criar, um real motivo para que ele faça o que queiramos que ele faça!

Quando um pessoa tem um motivo realmente importante na sua visão, ela se alimenta disso e age!

Uma pessoa motivada é uma pessoa que tem um motivo, uma razão, um propósito. Ela pode ter um motivo para jogar tudo pelos ares, ou para produzir, ou para ajudar, ou para se matar... Um motivo faz a pessoa agir.

Quando a pessoa tem um motivo forte o suficiente que a faça produzir, ela produz independente da presença das cobranças de um líder.
Se ela estiver entusiasmada, contrariada ou somente contentada, de fato não importa. O que importa é ter um motivo.

Muitas vezes estamos incomodados com a bagunça do arquivo e, irritados, o arrumamos perfeitamente, por que temos um motivo de não perder mais tempo em procurar algo.

Enfim, motivar não é entusiasmar!

Quer que o outro faça algo?
Dê um motivo que seja importante para o outro!

É claro que preferimos pessoas entusiasmadas, mas não é o entusiasmo que a fará produzir, mas sim o motivo!

A real motivação pode fazer com a pessoa fique entusiasmada. Por outro lado, somente o entusiasmo raramente fará a pessoa ficar realmente motivada.

Entusiasmo não é motivação!

Prefira motivar de fato.
O entusiasmo é consequência...

Faz sentido?

Seu ego ainda vai te matar!

A gigantesca enormidade da maioria das pessoas faz com que tudo gire em torno de si. E justamente por isso, a frustração aumenta enquanto os prazeres diminuem...

Vejo muitas vezes uma pessoa ao escutar o desabafo de um amigo que passa por algum problema, interrompe-lo para contar seu próprio problema ao invés de oferecer ajuda a ele. E veja que a ajuda poderia ser apenas escuta-lo e entende-lo!
Chega a ser, por vezes, cômico se não fosse trágico, uma aparente disputa de quem tem o pior problema ou sofre mais.

Muito se fala de aprender com o erro dos outros. Eu concordo. Mas no momento em que escutamos o que de ruim aconteceu com o outro, o melhor seria oferecer uma solução ou, no mínimo, compaixão, ao invés de tão somente ocupar-se em tentar tirar uma lição para a própria vida.

Vejo este "pensar somente em si" até nas coisas menores, como quando uma pessoa tenta mudar o relatório que tem que fazer para entregar a alguém. Ela muda tudo pensando no que ela mesma acha melhor, sem ao menos verificar o que o outro quer no relatório ou o que é importante ver no relatório e, muitas vezes, depois de muito trabalho, acaba fazendo um relatório ineficaz.

Talvez por isso que se diga que "de boa intenção o inferno esteja cheio".
As boas intenções efetivamente não importam, o que importam são as boas realizações que produzem algo verdadeiramente bom ao outro!

Encolher o ego e ouvir mais é uma solução produtiva.
Ouvir mais, perguntar mais, conhecer mais o outro e os seus anseios pode resultar melhor compreensão para suas ações produtivas!

É claro que você é o maior responsável pelo seu sucesso, é claro que devemos compartilhar e colaborar. E para isso, retirarmo-nos do centro das atenções é produtivo também. Você não tira sua atenção do que você quer, mas inclui o outro nela!

Querer melhor e evoluir é extremamente louvável e somente conseguirá isso se souber a partir da visão do outro, o que se deve melhorar.
Analise o quanto você diz "eu quero" versus o quanto você pergunta "o que você quer (ou precisa)?"

Se você não souber o que é importante ao outro, como poderá fazer algo para que o outro julgue que você seja importante?
Como poderá ser respeitado pelo seu chefe, por exemplo, se você não souber o que ele quer de você?
Como poderá agradar seu filho, se não souber o que ele quer da vida? Como poderá ajudar alguém numa ação social, se não souber o que os outros estão necessitando?

Não digo para se comprometer com os outros, mas sugiro que se envolva mais! Ouça mais! Dê mais atenção do que recebe! E um dia merecerá e receberá mais atenção e respeito do que hoje!

Nosso sucesso depende de bons relacionamentos e quanto mais gostarem de se relacionar conosco, mais sucesso teremos.

Faz sentido?

Querer, merecer ou Precisar?

Certa vez vi uma pessoa perguntar:
- Qual é a diferença entre 'querer', 'merecer' e 'precisar'?
E fiquei pensando a respeito...

Querer é quando a pessoa toma a decisão sincera e honesta de que algo deva ser dela. Pode ser um objeto, um sentimento ou uma situação. A querência deriva de um gosto. É uma decisão autodeterminada. Quando queremos, percebemos isso por um sentimento e não depende do nível de utilidade disso, a não ser pelo fato de responder a um gosto ou desejo. Um sonho, uma esperança ou mesmo a fé demonstram uma querência.

Merecer é o resultado de ter feito algo que possa ser retribuído  Essa retribuição é o efeito lógico de acordo com o que a pessoa fez. Isto tem relação com a lei da causa e efeito. O merecimento é uma reação no sentido contrário da ação. Merecer depende do que a pessoa realizou, ou seja, do que ela tornou real na sua vida ou na vida dos outros. Uma pessoa pode merecer algo, mesmo que ela nem queira isso. A pessoa pode merecer algo que seja bom independente de ela querer isso ou não, assim como ela pode merecer algo que seja ruim, mesmo que ela não queira isso.

Precisar é quando uma situação deva ser resolvida e dependa de algo. Esse algo é o que a pessoa precisa. Isso pode ser um objeto, um sentimento, uma emoção, um conhecimento, uma situação ou mesmo um conceito. Precisar não depende do autodeterminismo da pessoa. Ela pode precisar de algo mesmo sem querer isso ou tampouco merecer.

Então o melhor seria que quando precisarmos de algo, queiramos isso para que tenhamos mais determinação para conseguir. E vale lembrar que a solução estará muito embasada no que merecemos.
Portanto, preste atenção às suas ações e atitudes hoje, pois elas definirão seu merecimento de amanhã e depois, não adiantará chorar por não alcançar aquilo que queira ou precise!

Faz sentido?

FUNCIONÁRIO ou COLABORADOR?!

Sabe o que é um FUNCIONÁRIO?
Alguém que funciona!
Sabe o que é um COLABORADOR?
Alguém que colabora!
Se alguém na sua equipe não funciona, se ele ou ela não colabora, sabe o que este alguém é?
Um BURACO NEGRO!
O pior é que esse buraco negro, na gigantesca enormidade da maioria das vezes está camuflado, disfarçado, escondido, encoberto.
Alguém que não funciona pode até ser um empregado, mas se realmente não funciona, este não é um funcionário, é um encosto...
Fica ali encostado...
É um buraco negro...
Uma curva de rio...
 
As coisas chegam até ali e param, somem, misteriosamente desaparecem!

Chego a imaginar que deveria ser abolido o direito de funcionários terem gaveta...
Se você abrir a gaveta de um buraco negro é possível encontrar uma outra dimensão...
As coisas pulam lá de dentro. Saem projetos parados, documentos perdidos, cartas e faxes que todos acreditavam nunca ter chegado à empresa, ratos e escorpiões...
Se alguma coisa misteriosamente para ou some na sua empresa, então certamente existe ai um buraco negro. A pessoa pega algo e puff, este algo para ou some.

Um buraco negro é camuflado geralmente por dois tipos de disfarces:
1. O véu dos discursos eloquentes sobre o trabalho em equipe e a assunção das responsabilidades, ou
 
2. A compaixão vitimista dos famosos "eu tentei", "eu quero ajudar", "pode deixar que faço" ou mesmo aquele silêncio sepulcral.
Ambos os disfarces são rapidamente descobertos se forem avaliados os reais resultados práticos da produção esperada e desejada das pessoas.
O buraco negro entrega, produz, realiza pouco daquilo que lhe é esperado.
Pode, até mesmo, estar ajudando os outros, mas no final a sua real responsabilidade é deixada de lado com essa desculpa de estar ajudando "todo mundo".
No Universo de uma empresa existem as reais estrelas que dão brilho à equipe, mas quando uma delas perde o brilho pode se tornar apenas uma estrela sem brilho ou, infelizmente, pode continuar tendo alguma força, mas agora sem brilho, se torna um buraco negro com aquela primeira camuflagem dos discursos eloquentes.
Parece que muita gente esquece que sucesso no passado não garante sucesso no futuro e não adianta ficar vivendo com os resquícios do brilho que não existe mais...
 
O que importa é o que se está produzindo ou realizando hoje em dia!

Realizar é tornar algo real e, para brilhar, esse algo deve ser útil a alguém e deve ser uma resposta às expectativas daquilo que é esperado quanto às responsabilidades de quem está realizando isso.
Se você não quer ser um buraco negro, saiba exatamente o que esperam, profissionalmente, de você e realize isso!
Se você é um líder que tem em sua equipe um buraco negro, você tem 3 ações sequenciais para reverter essa situação:
1. Instruir. Deve-se capacitar a pessoa que é um buraco negro naquilo que ela deve saber para fazer, produzir e apresentar o que se espera dela.
2. Transferir. Se mesmo depois de instruído, o buraco negro não muda, mas ainda tem um algo que interessa à equipe ou à empresa, então você muda o buraco negro, dando outras responsabilidades diferentes ou mudando ele de posto ou setor e volta ao passo anterior nesta nova realidade.
3. Se nada disso fizer o buraco negro deixar de ser um buraco negro, ou seja, se esse funcionário não passar a funcionar, então somente resta uma opção válida à manutenção da perpetuação da empresa: De uma forma polida pode-se dizer que a sugestão é colocar essa pessoa disponível no mercado de trabalho. Em outras palavras, livre-se dela!

Os buracos negros roubam nossa energia, nosso entusiasmo, nossa produtividade. Cada um buraco negro exige a existência de várias outras pessoas, ou de muitas parcelas de atenção de muitas outras pessoas, para que algo de útil se torne real. Isso é algo que deve ser eliminado, seja instruindo, transferindo (e instruindo na nova tarefa) ou descartando.
Acabe com os buracos negros e sua equipe duplicará o entusiasmo e a produção!
Produzir e prosperar... Nada menos que isso importa!
Faz sentido?

Aprenda a viver sem estresse e com sucesso

Andersom Bontorim é entrevistado por Ralph Peter no programa "Livros em Revista" da ClicTV no Portal UOL.

PARTE I:





PARTE II: